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Unidade II da Farmácia Popular do Brasil em Campinas faz um ano!

Equipe da Unidade II da Farmácia Popular

O Governo Federal criou o Programa Farmácia Popular do Brasil para ampliar o acesso aos medicamentos para as doenças mais comuns entre os cidadãos. O Programa possui uma rede própria de Farmácias Populares e a parceria com farmácias e drogarias da rede privada, chamada de Sistema de Copagamento ou “Aqui tem Farmácia Popular”.

A Secretaria da Saúde de Campinas, em parceria com o Ministério, possui duas unidades da Farmácia Popular do Brasil, uma no Centro e a outra, Unidade II, que completou um ano, localizada no Bairro Guanabara, região do Distrito de Saúde Norte. No dia do aniversário, a equipe da Farmácia Popular recebeu, durante a tarde, entre outros, o vice prefeito de Campinas, Demétrio Vilagra, o secretário da saúde, José Francisco Kerr Saraiva, o secretário-adjunto, Pedro Humberto Scavariello, dentre outros gestores e trabalhadores da Rede.

Confira na sequência, entrevista com Marina Araújo, que é gerente da unidade II da Farmácia Popular do Brasil.

Carta da Saúde – Qual o tipo de medicamento disponível para venda na Farmácia Popular?

Marina Araújo: O Programa facilita o acesso aos medicamentos considerados essenciais, são 98 itens; dentre eles: anti-hipertensivos, anti-diabéticos, antibióticos, anticoncepcionais, anti-ulcerosos, redutor de colesterol, vermífugos, e também o preservativo masculino.

Carta – E os preços da Farmácia Popular do Brasil são diferentes das outras farmácias?

Marina Araújo: Na Farmácia Popular, os medicamentos têm um custo muito baixo, porque são subsidiados pelo governo. Vou citar o exemplo de um medicamento para se ter idéia: O fluconazol, que é um antifúngico. Uma venda de 13 cápsulas realizada na Farmácia Popular tem um custo de R$ 12,35. Esta aquisição numa drogaria comum  custaria R$ 124,54. Vê-se que neste caso, a diferença é de aproximadamente 90%.

Carta – Qual é o público da Farmácia Popular do Brasil?

Marina: Atualmente oitenta por cento dos clientes atendidos nesta Unidade são provenientes dos serviços privados, de consultórios particulares, e vinte por cento são provenientes dos serviços públicos, ou seja, do Sistema Único de Saúde. Lembro que o Programa Farmácia Popular foi implementado sem prejuízo das ações de suprimento já previstas e garantidas pelo SUS.

Carta – O que é preciso para que a pessoa possa comprar aqui na Farmácia Popular?

Marina: A única exigência é que ela possua uma receita médica ou odontológica, podendo ser de serviço público ou privado e de qualquer local do país. Essa exigência da receita busca evitar a automedicação, que pode causar intoxicações ou mascarar sintomas de doenças importantes.

Dê a sua opinião: comunica.smscampinas@gmail.com

 

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