Carta da Saúde

Notícias do SUS Campinas

Editorial

“Atores e agentes geram, transformam, buscam, usam e disseminam informações de variados tipos. Mas a simples existência de informação não necessariamente significa comunicação eficiente. Ela pode ser inútil, manipulada, mal compreendida ou não chegar no momento adequado. Informação é apenas a nascente do processo que vai desaguar na comunicação viabilizada pelo acesso, pela participação, cidadania ativa, diálogo”, Jorge Duarte.

“Carta da Saúde” agora é quinzenal. A edição seis traz uma entrevista com Alexandra, a nova coordenadora da Enfermagem, área que compreende aproximadamente um terço do total de funcionários da Saúde. Profissional super dedicada, estudiosa e sempre antenada com os principais debates relacionados à produção de cuidados e a gestão do SUS.  Alexandra, casou, mudou, deixou saudades e boas lembranças, mas para a nossa alegria voltou, e está cheia de energia iniciando uma nova experiência na Secretaria de Saúde. Aproveitamos a oportunidade para conhecer as propostas que vão qualificar os processos de trabalho da enfermagem e também para conversar um pouco sobre sua experiência em Londres, onde morou durante os últimos quatro anos, quando teve a oportunidade de ser usuária do sistema público de saúde da Inglaterra. Segundo ela, um modelo que recebe grandes investimentos, porém, mergulha em um processo de desumanização a ponto de não olhar com a devida atenção, por ex, para os idosos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial.

Por outro lado, como o SUS Campinas está olhando a questão da violência enquanto agravo de saúde em nosso município? Naoko Silveira, técnica da Vigilância em Saúde, e participante do Núcleo de Prevenção de Violências e Acidentes fala dos preparativos para o lançamento do novo boletim do Sisnov, um Sistema de Notificação de Violência para a Rede SUS Campinas e que ainda não está sendo utilizado com a potencia que poderia.

Também nesta “Carta”, Luiz Bierwagen, o Bier, coordenador da Coordenadoria de Informação e Informática (CII) da Secretaria,  explica a importância dos boletins de informações, como os de mortalidade, por exemplo, que são parte dos serviços oferecidos pela Coordenadoria para serem usados como ferramentas de trabalho, inclusive para tomada de decisões de técnicos e gestores. Nos conta sobre a aquisição dos novos computadores para a rede, tornando possível a viabilização do SIGA – Saúde, o que muito nos anima, pois também amplia as possibilidades de  uso das máquinas para melhorar a nossa comunicação interna.

O Núcleo de Comunicação da Secretaria da Saúde passa agora a oferecer o seu próprio blog, como mais um espaço de visibilidade dos projetos e ações do SUS Campinas, favorecendo o intercâmbio de informações e experiências. A iniciativa está em sintonia com boa parte das instituições públicas, como o Ministério da Saúde, que aposta nas ferramentas disponíveis no mundo virtual, como blogs e sites de relacionamentos, para o desenvolvimento de suas redes comunicacionais.

O Programa de Saúde Integrativa, chegou ao Paço Municipal. Segundo o médico Willian Alexandre Martins, coordenador desta área no SUS Campinas, as atividades até então desenvolvidas nos Centros de Saúde e outros serviços da Rede, agora vão beneficiar a qualidade de vida das pessoas que trabalham no Nível Central. As práticas, com base na Medicina Tradicional Chinesa, serão realizadas todas as quartas-feiras, das oito às nove da manhã, em frente ao Museu de Arte Contemporânea- Mac e abertas à participação, é só chegar e se integrar ao grupo, sem necessidade de inscrição prévia.

Dando continuidade aos preparativos para o II Fórum de Humanização, estamos divulgando mais um texto preparatório para os debates. Nesta edição o tema são as redes, No ensaio, a autora Liane Beatriz Righi discute que para humanizar é preciso inovar e como o conceito de rede pode problematizar,contribuir e nos apoiar em nossas indagações. Como inovar na gestão? Como as redes podem se tornar dispositivos para essa inovação? Os nós são imaginados como unidades de produção ou instituições, embora apresentem identidades não são iguais, as curvas e os fluxos contribuem para as definições dos nós. Nada é estático. Segundo a autora, a imagem que melhor representa a rede é uma que aceite que as curvas, os fluxos contribuem para a definição dos nós. Em que ou onde, em que pese diferenças conceituais de fundo, este texto dialoga com o do Ricardo Ayres? (encaminhado na edição anterior).  A partir de qual horizonte ético e estético discutem a humanização? Onde estabelecem dialogo entre si? Vamos aquecer as turbinas para o Fórum e sair de lá com pique total para, junto com nossas equipes, usuários e comunidades, pensarmos em estratégias ou projetos de futuro que façam diferença para nossas existências “humanas demasiadamente humanas”.

Esta é a nossa sexta edição. A repercussão tem sido muito encorajadora e queremos compartilhar com vocês as opiniões dos leitores sobre as nossas cinco primeiras edições. A “Carta da Saúde” está aberta para suas críticas e sugestões, envio de propostas de reportagens e textos opinativos. Mande sua sugestão para  comunica,smscampinas@gmail.com e boa leitura!

Núcleo de Comunicação

Adriane Pianowski

Bete Zuza

Cecília Veiga

Fernanda Borges

Eli Fernandes

Marcos Botelho

 

Assessoria de Imprensa

Denize Assis

Fátima Solange de Freitas

Marco Aurélio Capitão

Dê sua opinião: comunica.smscampinas@gmail.com

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